Expoentes da TL revelam o esquema do desespero político da esquerda dentro da Igreja

 Este artigo é muito importante! Leia com calma e atenção, entenda o contexto e compartilhe para o maior número de pessoas que precisam entender a verdade por trás do fatos.


Diante das últimas situações envolvendo o Padre Fábio Marinho, ataques ao Frei Gilson, ameaças aos apostolados católicos e o recente texto publicado pelo Padre Zezinho, precisamos alertar a todos sobre o real significado e intenção destes fatos, que não estão desconexos, mas fazem parte de um método, de um esquema que visa a questão político partidária, de modo particular, a manutenção da esquerda comunista no poder.

Isso mesmo: a esquerda política está desesperada e todas as suas militâncias, inclusive aquela que infesta a Santa Igreja à partir de dentro, como a fumaça de Satanás, estão atuando para tentar reverter uma possível reação dos partidos contrários à esquerda e que podem vir a ganhar as eleições.

ENTENDENDO A HISTÓRIA, OS FATOS E OS ATORES DESSE ESQUEMA

O que nós estamos vendo hoje dentro da Igreja no Brasil não é uma simples divergência pastoral. Também não é apenas uma disputa de estilos religiosos. Existe um conflito ideológico profundo acontecendo dentro do catolicismo brasileiro, e esse conflito não está isolado da política nacional. Ele tem ligação direta com os projetos de poder da esquerda no Brasil, que durante décadas utilizou — e ainda utiliza — estruturas católicas, pastorais, movimentos e ambientes eclesiais influenciados pela Teologia da Libertação para difundir sua visão ideológica, moldar o imaginário popular e fortalecer pautas revolucionárias e esquerdistas.

O discurso sobrenatural foi substituído pelo discurso ideológico. Em vez de se falar prioritariamente de pecado, santidade, oração, sacramentos, penitência e vida espiritual, começou-se a falar quase exclusivamente de estruturas sociais, transformação política, movimentos populares e conscientização revolucionária.

Nesse ponto, a Teologia da Libertação e suas ramificações não foi apenas uma corrente espiritual ou pastoral; ela funcionou amplamente como instrumento de penetração do marxismo dentro da Igreja, reinterpretando o cristianismo em chave política e revolucionária e deslocando o centro da fé da salvação sobrenatural para a transformação sociopolítica da sociedade. E de modo bem particular, em favorecimento ao PT, pois como afirmou o próprio Lula, em live com Leonardo Boff:

“O PT não existiria se não fosse a Teologia da Libertação. O PT não existiria do jeito que ele existe se não fossem as Comunidades Eclesiais de Base. Eu que viajei o Brasil inteiro para construir esse partido, eu sei o valor de um padre progressista", comenta o ex-presidente e acrescenta: “As Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) não entraram no PT, as CEBs fundaram as células do PT".

Durante décadas, setores progressistas ligados à Teologia da Libertação ocuparam espaços importantes em pastorais, universidades, movimentos, meios de comunicação católicos e até em partes da própria estrutura eclesial (Paróquias, Dioceses, Conferências, Comissões). Criou-se um ambiente no qual, muitas vezes, o catolicismo era apresentado mais como instrumento de transformação sociopolítica de caráter estritamente imanentista e materialista do que como religião sobrenatural orientada para a salvação eterna.

Diante dessa situação, concluímos que a opção preferencial pelos pobres, justiça, igualdade e fraternidade é na realidade um estratagema político partidário para contribuir com os projetos socialistas de poder da esquerda no Brasil e na América Latina.

1. A CNBB como força político-partidária e a "paz" da esquerda dominante

A CNBB funciona, na prática, como um partido político. Esta tese está demonstrada por Luiz Mir no livro "O Partido de Deus". Segundo esta leitura, a CNBB atua como um órgão religioso alinhado ao PT. Sua função é influenciar o voto católico e moldar a opinião política dos fiéis.

Basta observar que: quando o PT vence, há “paz” dentro da Igreja.

Quando o governo é alinhado à esquerda, especialmente ao PT, muitos setores eclesiais parecem relativamente tranquilos. O tom militante diminui. As notas públicas diminuem. A agressividade política desaparece. Os setores progressistas permanecem relativamente confortáveis porque o grupo político com o qual simpatizam ocupa o poder.

Em resumo: A CNBB permanece satisfeita porque o grupo político com o qual simpatiza está no governo.

Aqui um adendo: Não importa se o governo vigente é favorável, promove e milita pela liberação do aborto, é favorável à liberação das drogas, é contra a família tradicional, é favorável à ideologia de gênero, trabalha pela perversão das crianças por meio de uma educação totalmente pervertida e ideologizada... Parece que isso não importa. Quando muito, uma notinha aqui e ali, para manter o tom agradável e politicamente correto. Mas nada funciona de fato. Troca-se Jesus por Judas!

2. Quando um adversário político do PT governa, começa a agitação

Quando surge um governo identificado com conservadorismo ou oposição à esquerda, principalmente o PT, imediatamente parte desses ambientes entra em estado permanente de militância e combate político.. Nesses períodos, Bispos, padres, religiosos e organismos ligados a essa rede ficam inconformados. Começam ataques políticos constantes, campanhas e a Igreja institucional produz notas, críticas e manifestações públicas contra o governo.

Isso fez muita gente perceber que determinados setores da Igreja estavam profundamente comprometidos não apenas com uma visão pastoral, mas com um projeto político específico.

3. A disputa eleitoral já começou e o cenário não parece favorável

A disputa eleitoral deste ano já começou e diante da possibilidade concreta de fortalecimento eleitoral novamente da direita no Brasil — especialmente com Flávio Bolsonaro já colocado como candidato à presidência — certos setores e grupos parecem ter entrado antecipadamente em estado de mobilização e tensão. Esses grupos estão em “modo campanha”.

Como não estão preocupados com a salvação das almas, sacramentos ou conversão, concentram suas energias no ativismo político. Este ativismo é aquilo em que pensam o tempo todo.

A partir disso, executam um processo rígido e “draconiano” com dupla finalidade:

a) Silenciar padres, apostolados, canais, sites e vozes católicas identificadas com posições conservadoras ou anticomunistas. Qualquer um, principalmente Sacerdote que fale favoravelmente da direita, critique o marxismo ou denuncie pautas revolucionárias imediatamente passa a ser alvo de ataques, pressão pública e tentativas de isolamento.

b) Amplificar, proteger e promover padres, Bispos, Padres, religiosos e influenciadores alinhados à esquerda, justamente para fortalecer o projeto ideológico progressista dentro do imaginário católico brasileiro. Dão espaço e proteção a clérigos alinhados à esquerda para favorecer o projeto político do PT.

Vale ressaltar que mesmo a pregação, discurso, homilia, texto ou oração que não coadune com o projeto revolucionário e que seja única e exclusivamente usados para a evangelização, correção, ensino e santificação das almas, são postos em questão, perseguidos e vilipendiados. Aqui podemos citar os muitos ataques ao Frei Gilson, por exemplo.

4. O caso Padre Zezinho

Recentemente, o Padre publicou mensagens conclamando o que ele chamou de “esquerda católica”, pastorais sociais e grupos progressistas para um “combate cerrado” nas redes sociais e arremata dizendo: "E vejo que a CNBB tem um papel importante e impulsionador." 

No desespero, figuras como Padre Zezinho, Padre Fábio Marinho e outros começam a “trocar os pés pelas mãos” e cometerem "atos falhos" como esses. Padres, Bispos e religiosos acabam se expondo excessivamente e revelando aquilo que normalmente tentavam esconder sob linguagem pastoral neutra e só falavam em seus redutos eclesiais.

E esperem que muitos mais vão aparecer. Haverão ainda muitas reuniões em sacristias, casas paroquiais, centros de pastoral ou no recôndito de alguma Paróquia, ora transformadas em gabinete político, comitês de campanha, mesa de articulações e troca de favores. E que bom que isso vai acontecer.

SIM, a melhor estratégia diante disso é simplesmente deixar que falem. Quanto mais falam, mais se revelam. Quanto mais se expõem publicamente, mais o povo católico percebe quais vozes realmente trabalham pela salvação das almas e quais estão prioritariamente comprometidas com projetos ideológicos e políticos da esquerda.

Conclamamos todos os católicos, a rezarem e se posicionarem frente aos erros que põem em risco a fé e a Santa Igreja. Sigamos firmes e com coragem! Não negociaremos nosso valores e não iremos retroceder ou desistir de nossa missão de evangelizar. Ainda que isso nos custe tudo!

Que São Maximiliano Maria Kolbe e São João Paulo II rogai por nós ! 

Fonte: EducarParaoCeu - https://educarparaoceu.com.br/artigo?slug=padre-zezinho-conclama-esquerda-catolica-para-combate-cerrado-nas-redes-sociais; https://www.instagram.com/reel/DFx0yScOGEv/?hl=pt

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