SUS registra recorde de abortos durante governo Lula

 O Sistema Único de Saúde (SUS) registrou um aumento expressivo nas internações por abortos classificados como realizados por “razões médicas e legais” desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Dados do Ministério da Saúde mostram que a média mensal desses procedimentos praticamente dobrou, passando de 149 internações entre 2009 e 2022 para 297 entre janeiro de 2023 e março de 2026.


Em 2025, o SUS contabilizou 4.092 internações, o maior número anual da série histórica iniciada em 2009. O total representa um aumento de 72,5% em relação a 2022, último ano do governo Jair Bolsonaro, quando foram registrados 2.372 casos.

Os dados também apontam recordes mensais. O maior ocorreu em outubro de 2025, com 428 internações, seguido por janeiro de 2026 (423), setembro de 2025 (415) e dezembro de 2025 (404).

O crescimento coincide com mudanças promovidas pelo governo federal e decisões judiciais envolvendo o acesso ao aborto legal no SUS. Em 2023, o Ministério da Saúde revogou uma norma editada no governo Bolsonaro que disciplinava esses procedimentos e previa a comunicação obrigatória à polícia em casos de violência sexual atendidos na rede pública.

Em 2024, o ministério chegou a publicar uma nota técnica afirmando que a legislação não estabelece limite de idade gestacional para os casos de aborto legal, mas o documento foi suspenso no dia seguinte. No mesmo ano, o Supremo Tribunal Federal suspendeu uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que restringia procedimentos após 22 semanas de gestação em casos de gravidez decorrente de estupro.

Os números utilizados são do Sistema de Informações Hospitalares do SUS e se referem exclusivamente às internações classificadas como “aborto por razões médicas e legais”. A base de dados não informa a justificativa específica de cada procedimento — como risco à vida da gestante, gravidez resultante de estupro ou anencefalia — nem permite concluir se houve alteração na forma de registro dos casos ao longo do período analisado.

O que a Igreja Católica diz ?

A
Igreja Católica condena firmemente o aborto provocado por considerá-lo a interrupção deliberada de uma vida humana inocente
. A doutrina católica baseia-se no princípio de que a vida humana começa na concepção e, portanto, o feto possui dignidade e direitos fundamentais desde o primeiro momento da sua existência. 
Abaixo estão os pontos centrais da posição oficial da Igreja estabelecidos em seus documentos e no direito canônico:
O Princípio Teológico e Moral
  • Inviolabilidade da vida: A Igreja afirma que apenas Deus é o senhor da vida, do início ao fim, impossibilitando qualquer direito humano de destruí-la. 
  • Hominização imediata: Desde o momento em que o óvulo é fecundado, existe um ser humano pleno com alma, tornando o ato equivalente ao homicídio. 
  • Defesa dos vulneráveis: O nascituro é visto como o mais fraco e indefeso dos seres, exigindo proteção absoluta da sociedade. 
Consequências Canônicas e Espirituais
  • Pecado grave e delito: O aborto não é tratado apenas como uma falta moral, mas também como um crime dentro das leis da instituição. 
  • Excomunhão automática: De acordo com o Cânone 1398 do Código de Direito Canônico, quem provoca o aborto (obtendo o resultado) incorre em excomunhão latae sententiae (automática, sem necessidade de julgamento eclesial). 
  • Misericórdia e perdão: Apesar da gravidade, a Igreja oferece reconciliação. O Papa Francisco estendeu permanentemente a todos os sacerdotes a faculdade de absolver o pecado do aborto e levantar a excomunhão em confissões sinceras. 


Fonte noticia https://horabrasilia.com.br/ ------ -

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