Na manhã do último sábado (31/01),o padre Ferdinando Mancílio dividiu opiniões ao criticar a marcha realizada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) numa missa realizada na Basilica Nacional de Nossa Senhora de Aparecida na cidade de Aparecida - SP.
Não adianta querer fazer uma marcha para Brasília, alguém que nunca teve nenhum projeto a favor do povo e dizer que está defendendo a vida. Mentira, quer o poder. Acho que você entende o que eu estou dizendo”, afirmou.
“Para onde que eu quero ir? A favor da vida ou a favor da morte? Uma pessoa me disse: ‘Padre, eu sou Sou cristão. Mas eu sou a favor das armas’. Não tem jeito. É impossível. A arma só tem uma finalidade, ferir e matar”, continuou.
Sobre a Caminhada do Nikolas Ferreira
Nikolas Ferreira realizou, em janeiro de 2026, uma caminhada de cerca de 240 km de Minas Gerais até Brasília como ato político após uma oração pessoal que sentiu o desejo da ação. A marcha foi apresentada por ele como um protesto contra decisões do STF e em defesa da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro além de várias criticas ao governo atual . O percurso terminou com uma manifestação na capital federal, reunindo milhares de apoiadores. A iniciativa teve grande repercussão nas redes, fortalecendo sua base política, mas também gerou críticas e aumentou a polarização.
Nikolas Ferreira é um jovem deputado em ascensão politica e forte oposição da esquerda conhecido por defender pautas cristãs como a defesa da vida contra o aborto, ideologia de gênero principalmente em crianças, educação e sendo também forte oposição contra linguagem neutra entre outros assuntos . O jovem deputado tem sido uma voz jovem e conservadora sendo atraído por muitos jovens nas redes sociais por seu engajamento que ultrapassa milhões de visualizações.
Padre errou em falar de Politica na Santa Missa ?
Fazer campanha ou militância política explícita durante a homilia não é permitido, pois desvirtua a finalidade da celebração religiosa. A missa é um espaço de fé, oração e reflexão, voltado ao anúncio do Evangelho e à formação da consciência moral dos fiéis, e não à promoção de projetos de poder. Embora a Igreja reconheça que a fé tem implicações sociais e que temas como justiça, dignidade humana e bem comum possam ser abordados, isso deve ocorrer de forma ética e responsável, sem indicação de voto, apoio a partidos ou ataques a adversários políticos. Quando a homilia se transforma em palanque, corre-se o risco de dividir a comunidade e comprometer a missão pastoral da Igreja.
Por André Ribeiro
Esse vai acabar com o tal do lancelote se Deus quiser.
ResponderExcluirLixo. Por isso não sou mais contribuinte.